Se há algo que ouço com frequência no consultório é:
“Tenho vontade de fazer botox, mas tenho medo de ficar com o rosto artificial…”
Esse receio é completamente legítimo. Ninguém quer perder a própria expressão ou deixar de se reconhecer ao espelho. E a verdade é que, durante muitos anos, o exagero foi banalizado. Mas hoje a estética já não caminha por esse lado.
Quando falamos em botox, estamos a falar de suavizar — não de paralisar. A aplicação certa, feita com sensibilidade e técnica, respeita cada traço seu. Nada de “plástico”, nada de “cara congelada”. A sua expressão continua lá — apenas sem as marcas que cansam o olhar.
Outra preocupação comum é sobre o tempo de duração. Sim, o efeito é temporário, entre 4 a 6 meses. Mas há algo bonito nisso: a possibilidade de ir ajustando, de acompanhar a evolução natural do seu rosto com leveza e cuidado contínuo.
Se estiver a considerar o tratamento, aqui ficam algumas sugestões: — Fale com um profissional em quem confie, alguém que saiba ouvir o que deseja preservar.
— Dê preferência a produtos de qualidade e marcas reconhecidas.
— E lembre-se: a ideia não é mudar, é revelar a sua melhor versão — com frescura, leveza e naturalidade.
A beleza real não está em esconder quem somos, mas em nos sentirmos bem com o que vemos. Se o botox puder ajudar nesse caminho, que seja sempre com bom senso, carinho e respeito por si.